quarta-feira, 30 de novembro de 2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CONVITE

                           


                             

SEVERA X DANIEL



            

SEVERA X DANIEL

Dois escritores
ligados por seus desejos
na junção das escritas
com as mãos espalmadas
descobrindo nos pensamentos
o despertar dos sentimentos...
By Severa Cabral
(escritora)
Direitos autorais reservados
lei 9.610 de 19/02/1998

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O QUE É UMA GALENA?



                       
Um modelo de galena

O QUE É UMA GALENA?

Muitos não saberáo o que foi um aparelho radiofónico, que julgo ter sido pouco utilizado, o qual tomou o nome de GALENA.
Pensando no assunto e porque me coube o privilégio de usar um desses receptores, proporcionando-me um período de rara felicidade, nos meus tempos de juventude.
Tentarei descrever o aparelhómetro.
Verificando vários diciónários e enciclopédias, não encontrei este nome, senão mencionando um metal como sendo um dos mais vulgares dos minerais de chumbo. Por outro lado, fazendo uma recolha, pude verificar serem os cristais de galena usados como dectetores na T.S.F.Depois destas breves pesquisas, concluì que a denominação de GALENA para o citado aparelho emissor de ondas de rádio, vem do metal galena, visto ser um pedaço desse, o principal elemento funcional da citada peça radiofónica.
Nos tempos em que utilizei o tal aparelho, porque foi na década de cinquenta, só a Emissora Nacional possuía capacidade de difusão, para se fazer ouvir com tão rudimentares recursos, que dispensava energia eléctrica. Lembro contudo de ter conhecimento da Rádo Graça, a difundir da Rua da Verónica e dos Emissores Associados de Lisboa. Concerteza haveria outros, ainda não existia TV em Portugal e a rádio sendo já uma "senhora", era uma coisa de real sedução.
Por isso a GALENA era uma verdadeira atracção, até pelo gozo que proporcionava, uma vez que era um autêntico "faça você mesmo". ainda muito míúdo lidava bem com a atraente geringonça!
Primeiro estendia um longo fio desde o cocoruto de uma árvore até uma janela, que havia no sótão. Antes da entrada, três elementos de louça ligados com a ponta do fio, evitavam qualquer contacto entre a parede e o mesmo, daí derivava a ligação para para o interior. Depois uma extensão segura a uma pedra enterrada no chão, fazendo a necessária "terra" a completar o exterior. Chegado o Verão, tornava-se necessário regar o chão, afim de ser criada a humidade nesessária ao contacto com as ondas de rádio.
Aquilo era de uma simplicidade que, por falta de uma parte dos elementos, começou por funcionar apenas com fios, com ligações aérea e terráquia, a uma ficha cada, uma das quais ligada a um pedacinho de galena, a outra estabelecia o contacto com a Emissora, com a busca de qualquer saliência a dar essa possibilidade. Um auscultador apenas fazia chegar a emissão ao tímpano respectivo, que por sua vez só era audível com aquele elemento pegado mesmo ao ouvido.
Mais tarde chegou o resto do material, que se resumia a quatro tabuinhas, com as quais foi montada uma caixa própria encimada com um pequeno rolo de vidro, onde era introduzido o tal pedaço de galena e uma espécie de monitor, composto por um fio de forma encaracolada. Ficava mais prática, rodando a peça, a forma de entrar no som do posto da Rádio Nacional. A mesma estrutura ficava a constituir o rudimentar rádio, já tinha acopladas as respectivas ligações referidas anteriormente.
Evidentemente que hoje, por puro entretenimento, ainda se podia montar um destes sistemas tanto mais que já cheguei a ver apresentado um exemplar num célebre programa de televisão, que dava pelo nome de 1-2-3.
Claro que para montar o esquema, seria necessário espaço abundante, fora de zonas citadinas, porque nestas é reduzido.
No entanto com a vivência dos dias de hoje não se pode pôr algo do género em equação, basta ver que a rádio de há cinco décadas, nem funcionava todo o dia, não havia ainda satélites, para se ter no ar todas as transmissões efectuadas actualmente, por tudo e por nada, em todo o mundo moderno.

Daniel Costa

domingo, 6 de novembro de 2011

SURPREZA DE VERA LÚCIA

PRECIOSO PRESENTE.
 
 
 
AMIGOS,

RECEBI HOJE, DIA 05/11/2011, UM PRESENTE PRECIOSO DO AMIGO
ESCRITOR E POETA DANIEL COSTA, DO BLOG "DANIEL MILAGRE".
TRATA-SE DE UM LINDO POEMA INTITULADO "VERA".
FIQUEI MUITO FELIZ COM ESTE ATO DE DELICADEZA E POR ISSO
NÃO PODERIA DEIXAR DE REGISTRAR AQUI O MEU CARINHO,
ADMIRAÇÃO E AGRADECIMENTO A ESTE ILUSTRE POETA.


CONVIDO ÀQUELES QUE AINDA NÃO TIVERAM OPORTUNIDADE DE
CONHECÊ-LO QUE FAÇAM UMA VISITA A SEU BLOG PARA CONFERIR O
SEU LINDO E RESPEITÁVEL TRABALHO

O ENDEREÇO É : http://danielmilagredanieldaniel.blogspot.com/

OBRIGADA AMIGO DANIEL!
ESTE PRECIOSO PRESENTE FICARÁ TATUADO EM MEU CORAÇÃO.

OBRIGADO VERA
Postado por Daniel Costa


LISBOA CAFÉ

LISBOA CAFÉ

 A UMA DAS FOTOS OBTIDAS, PELA DRª. MARIA EMILIA,  NO LANÇAMENTO DO "LISBOA CAFÉ", EM 08/10/2O10.

AO CENTRO O AUTOR, LADEADO, À DIREITA PELA REPRESENTANTE DA PAPIRO EDITORA, ANA LEMOS, À ESQUEDA PELA SUA FILHA, MARIA JOÃO COSTA.

A FOTOGRAFIA CHEGOU HOJE, 27/10/2010.

Daniel Costa

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

GRANDES ACORDEONISTAS

                                    

GRANDES ACORDEONISTAS

Quando falo de grandes acordeonistas, acorre-me à memória o grande virtuosista do acordeão, que adoptou o nome de Sivuca.
Civuca, era brasileiro. Ouvi-o na rádio e vi-o, na televisão a actuar, creio que agregado a um conjunto. Era já idoso e nunca mais ouvi o instrumento dedilhado pelos seus dedos de ouro.
Acordeonista de grande nível foi Eugénia Lima, também uns dedos de ouro, a dedilhar o seu acordeão.
Outro grande acordeonista foi o algarvio Filipe de Brito, que acabou por abandonar uma carreira artística de sucesso, para se dedicar à empresa que herdara do pai.
Foi ele o criador da amarguinha, aquele licor de amêndoa, que fez bastante sucesso, como digestivo.
Há também a curiosidade de ter editado um disco, para a efémera etiqueta Zip-Zip, que nasceu na sequência do famoso programa do mesmo nome.
Os últimos a aparecer, na televisão, terão sido o casal Fernando Ribeiro e Fernanda Ribeiro.
Depois, havia-os por todo o país, que aos Domingos abrilhantavam bailes por muitas aldeias.
Recordo o Chegadinho, dos meus sítios, que era considerado muito bom, no tempo e no sitio. Pelo que se fazia pagar bem, não sendo vulgar a sua contratação, pelo facto.
Acordeonistas, a actuar individualmente, terão caído em certo desuso, mas vários conjuntos musicais têm instrumentistas de acordeão.

EPISÓDIOS VIVIDOS RELACIONADOS

Da Inspecção Militar, na minha aldeia do Oeste, resultava sempre festa, juntavam-se os mancebos conterrâneos e em grupo, organizavam: em primeiro lugar, em Peniche, onde decorria a Inspecção, havia almoço conjunto.
Todos os rapazes, usando lenço ao pescoço, na lapela uma fita de seda, com os dizeres apurado ou livre, conforme os casos, percorria as ruas de aldeia, acompanhados do inevitável acordeonista a tocar, apregoando: VIVA A NOSSA INSPECÇÃO!...
Chegada o noite um baile com o mesmo acordeonista oferecido a todos os concidadãos.
No mesmo baile eram oferecidos cigarros, muitos cigarros e pagas cervejas.
No meu ano, foi contratado o tocador de concertina, MINAU, de S. Pedro da Cadeira, Torres Vedras, a coqueluche do acordeão da época, por cinco dias, tantos como houve de loucura e bailes. Gastei cerca de vinte maços de tabaco e fiz uma despesa, que me deixou de tanga.

Outra: estava na tropa em Faro, a aguardar embarque para Angola. Com alguns camaradas, fomos abordados por um idoso, parecia muito bacana, fomos nessa. Então deparou-se-nos um homem muito divertido, um gentleman, como os algarvios sabem ser.
No fim, disse: “vocês não me conhecem, mas se disser o nome do meu filho, Filipe de Brito, ficam inteirados!”
No Tari-Lifune em Angola, em determinada altura, o divertimento da mata, como dizia o meu amigo 922, era surripiar quicos (cobertura leve de cabeça).
Passou por lá uma Companhia de tropas, em deslocação, chegadas há pouco do “puto.” De combinação, o Custódio e o Maia, cada qual, a tocar a sua concertina, numa das casernas.
Esta, que parecia um arraial agradável, a quem estava desterrado no mato africano, atraiu toda a tropa. A breve trecho as luzes apagaram-se, seguiu-se silêncio.
Quando voltou a luz, tinham desaparecido tos os quicos, como que por magia.
Ah!... O Custódio Serôdio, dos arredores de Faro, chegou a ir tocar á Emissora de Luanda.

 

Daniel Costa

Abra o link e oiça o amigo da Guerra de Angola a dedilhar o seu acodeon

 



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ERA UMA VEZ UMA LARANJA

                           

ERA UMA VEZ UMA LARANJA

Com edição da FRONTEIRA DO CAOS, saiu o livro “ERA UMA VEZ UMA LARANJA” da autoria de Lili Laranjo e Francisca Laranjo. Avó e neta em coo - autoria num livro, que bem poderá ser dirigir-se ao escalão etário cerca dos dez anos.
No entanto, de uma leitura que pais e avós devem ler, porque podem ajudar a transmitir aos mais novos o gosto pela leitura.
Depois dá-se o caso que escritora, direi principal, sendo a nossa bem conhecida e dinâmica Lilli, já autora de vários livros, sobretudo de poesia, é também uma pedagoga de mérito.
Mas nada como ler este conto da autoria da Francisca Laranjo:

“A LIÇÃO

Era um vez uma menina chamada Joana a menina com apenas 10 anos já trabalhava e era ela que tratava das plantas, era ela quem arrumava a casa, ela a ferro ela fazia de tudo.
Joana tinha um irmão chamado Diogo, o rapaz era muito preguiçoso já tinha 15 anos mas a irmã fazia-lhe tudo.
Um dia de manhã, Joana já estava farta de fazer as vontadinhas todas ao irmão, mas não sabia como resolver a situação. Aos pais não podia fazer queixa pois estavam fora (há poucos anos tinha ido viver para a Argentina). Então pensou, pensou, pensou mas não lhe ocorreu nada.
Naquele dia o seu irmão foi buscar água ao poço para a Joana (pois tinha sido obrigado pelos avós a fazer isso) de repente tropeça e cai no poço. Meio adormecido acorda e vê que não está em casa chama por Joana mas ela não aparece.
Então ouve uma vozinha muito fina dizer:
- Anda vem para minha casa já soube o que andaste a fazer a tratar a tua irmã como uma empregada não é nada bonito.
Naquelas semanas que ficou naquela terra aprendeu que não é divertido ser empregado das pessoas (ele teve que ser empregado da velha). A velha passado umas semanas lá o deixou ir para casa. Nunca mais voltou a tratar da irmã daquala maneira. Agora são os melhores amigos.

Francisca Laranjo”

O livro conta de setenta e uma páginas, do formato (fechado) 15 X 22 cm.

Daniel Costa




segunda-feira, 12 de setembro de 2011

QUEM SEMEIA AMIZADE COLHE AMIZADE

                              
 
COMO CONDUZ O SEU BLOG, COMO ESCREVE E COMO O FAZ, A MINHA ATENÇÃO FICOU DESPERTA E PENSEI DEDICAR-LHE UM POEMA. APENAS O FIZ POR JULGAR - MARIA - UMA ALMA BOA.
SOU DESPRENTENCIOSO. O MEU DESEJO É PARTICIPAR.
CLARO, NÃO FIQUEI, INDIFERENTE, COM A BLOGAGEM E CONSEQUENTE ILUSTRÇÃO, QUEM O FICARIA?
EMOCIONEI-ME E DEIXO A MINHA GRATIDÃO A MARIA.
VALE A PENAR VISITAR O SEU BLOG, COMO O FAÇO. ORA ABRAM  O LINK:
Daniel Costa

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

ENTREVISTA COM A FADISTA CONCEIÇÃO FREITAS

ENTREVISTA COM A FADISTA CONCEIÇÃO FREITAS


Por volta dos anos setenta, ouvi algures, que em população, seria a cidade de São Paulo, Brasil, a segunda capital de Portugal.
O meu grande amigo paulista, o jornalista Américo Tozzini, amigo de Portugal, numa das muitas correspondências que comigo trocou, disse que não seria bem assim, no entanto fiquei sempre com dúvidas.
Recentemente, tomei conhecimento, via Internet, com a grande Fadista, nascida na Ilha da Madeira, radicada desde os nove anos, na grande cidade brasileira, uma das maiores do mundo, Fernanda Freitas.
                             
Por ela, que canta regularmente, em São Paulo, em duas casas de fado, tenho vindo a verificar que, se o fado é a canção de Lisboa, sendo esta cidade, evidentemente, a capital dessa canção de saudade, não será menos verdade que a cidade paulista será, efectivamente a segunda capital da canção que terá nascido na Mouraria, bairro da velha cidade.
                               
Curiosamente uma das casas, onde se pode aplaudir, a Fadista Fernanda Freitas, designa-se ALFAMA DOS MARINHEIROS, a outra, CAIS DO PORTO, na Portuguesa dos Desportos.
Um dia a Fadista Beatriz da Conceição, sendo ela nascida na Ilha da Madeira, comparou-a a Max, para enaltecer a sua grande veia de artista.
                            
                               
Como apreciador do fado, tenho vindo a ouvir os seus vídeos e até a vê-la ser entrevistada e a actuar, em conjunto, ao vivo, Não tenho dúvidas que Fernanda Feitas, será uma das maiores representantes do Fado.
Passo a pôr-lhe questões:

D. C. - Sabendo que foste para o Brasil com nove anos apenas, afinal és uma fadista brasileira, ficaste sempre com a nacionalidade de origem, ou tens a dupla nacionalidade?

Fernanda Freitas - Daniel eu sendo portuguesa não julgo-me Fadista Brasileira mas sim Fadista Portuguesa

e além por tanto honrar minha Pátria Portugal não tenho e nem quero dupla nacionalidade.
Sou e hei-de morrer Portuguesa.

D. C. – Dado me parecer haver, vários fadistas radicados na cidade onde vives, podias especificar, mais ou menos quantos?

Fernanda Freitas – Em São Paulo temos Show de Fados nos seguintes Restaurantes:


ALFAMA DOS MARINHEIROS (onde canto a 20 anos consecutivos)
CAIS DO PORTO
PORTUCALE
RANCHO 53

D. C. – Estou crente, que em São Paulo, alguns fadistas de Lisboa, serão convidados a actuar aí por temporadas, confirmas?

Fernanda freitas - Sim alguns vêem mas sempre p/ra Show mas,para actuar em casa de Fado que precisamente seria no Cais do Porto estou a par que virá Pedro Vilar,outros virão mas como disse para Show.


Fernanda Feitas – FADISTA PORTUGUESES:

Terezinha Alves
Adélia Pedrosa
Maria Alice Ferreira
Maria de Lourdes
Gloria de Lourdes
Dam Felix
Sebastião Manuel
Antonio Carlos.

D. C. – Pareceu-me que o guitarrista que te acompanha, há vinte anos, Mário Rui, será lisboeta, já o viola Netinho, até pelo nome, pareceu-me brasileiro, é assim?

Fernanda Feitas –  Sim o guitarrista Mario Rui é de Lisboa e o viola Netinho é neto de Portugues.


D. C. – Tens algo mais que desejes transmitir?

Fernanda Feitas – Primeiramente agradecer-lhe por este lindo trabalho e dizer

que nós Fadistas Portugueses radicados no Brasil, gostariamos imensamente que
houvesse um entercâmbio entre os Fadistas radicados em Portugal e Brasil assim, poderiamos
mostrar o nosso Fado, nosso amor a nossa Patria mãe Portugal.

Foi gostosamente que ouvi a amiga Conceição Freitas, que com a beleza do seu fado, é mais uma ponte a unir fraternalmente, os nossos dois países irmãos.

SOU EXCLUSIVA DO RESTAURANTE ALFAMA DOS MARINHEIROS
ONDE CANTO DE QUINTA A SABADO
O CAIS DO PORTO QUEM CANTA É DAM FELIZ E GLORIA DE LOURDES
DEPOIS DO ALFAMA VOU AO CAIS PARA OUVIR MAIS FADOS
ALGUMAS VEZES SE ESTOU BEM CHEGO A CANTAR.

DANIEL
OBRIGADA MEU QUERIDO POR TEU CARINHO E AMIZADE
BEIJOS...BEIJOS NESSE LINDO CORAÇÃO QUE GOSTO MUITO.
FELICIDADES

Daniel Costa
Abra os link’s e veja, vale esta extraordinária fadista, vale a pena.
Daniel Costa







sábado, 23 de julho de 2011

ENCONTROS POESIA - DUETO

ENCONTROS POESIA – DUETO

A designação do livro de poesia que Ma Socorro, acaba de dirigir e publicar é. ENCONTRO POEDIA – DUETO. De facto a selecção partiu dos seus poemas, em dueto com vários autores.
O livro, de magnífica apresentação, formato 20,5 X 11 cm, de 84 páginas, contém um belo acervo de diversificada poesia, que me parece bem escolhida, por aquela poetisa nordestina da Cidade Marcolândia, departamento do Piauí, Brasil.
                                             
O livro

Evidentemente há sempre poemas, que por isto ou aquilo, me atraem mais. Porém, porque tenho o grato prazer de interagir, em poesia, com Ma Socorro. Considera-a excelente no que se propõe. O livro dá conta disso mesmo.
                                           
Á autora

Devo dizer, que foram escolhidos três poemas da minha autoria, dois publicados em dueto com a autora, um porque lhe é dedicado, está solto.
Os poemas, foram editados no blog - ENOCNTROS LUSO – BRASILEIROS DE POESIA, que por sua vez está para ser publicado, em livro na Papiro Editora, e editados em singelo no meu blog “mitalaia”, do grupo Sol.
São eles: PLATONISMO, O GÉNIO NÃO MORRE e MARIA SOCORRO.
Porque me encantei com a cultura nordestina, onde por exemplo, por amor se diz amore, publico aqui um bonito poema de Ma Socorro, em que usa, a expressão local:

CONFLITO

Amore. Ténue luz, conflito terrível
A plúmbea alma sabe o dilema
Emoção meio a tempestade. Incrível
Tornado em prisma que ma acalma

Solidão. Persiste o martírio na alma
Promessas que não se cumpriram
A alma chora vazia em si mesma,
Amore, ao te ver os olhos sorriam

Sacia-ma! Conflito com saudade
Paixão arrebata-me nesse temporal,
A noite o frio invade

Amore. Doce esperança. Memorial
Espúrio e travesso na tempestade
Almas intactas anseiam amor final

Ma Socorro

Capa e Contracapa: Ismael Rodrigues
A edição e impressão do Ponto da Cultura Editora Lda – Maricá – RJ

Daniel Costa

terça-feira, 5 de julho de 2011

ENCONTROS

                                 

                                 

ENCONTROS

Há por hábito, entre bloguistas, dizer-se amigo virtual. Na prática, nunca terei partilhado da opinião; "amigo virtual", mas amigo. O tempo, o grande mestre, tem vindo a dar-me razão. É que tenho tido já vários encontros pessoais, com quem já trocara comentáríos. O facto é que a ideia que fazia do interlocutor, era de amizade e a mesma manteve-se inlterável.
Fui habituado a lidar com muita corrrespondêcia, aprendi um pouco das respectivas personalidades, pelo e como escreviam, o que foi sempre vantajoso.
Calhou ontem, 04/07/97,  ter um aprazado encontro com Alfredo Ramos Anciães (Fred) que durou cerca de (só) 2H30. A ideia que fazia daquele amigo também ficou inalterada, tal como pensava, estive com um amigo.
Fica aqui um agradecimento ao Fred, até pela boa compreensão demonstrada.

Nota: as duas fotos acima registam o encontro

Daniel Costa

quinta-feira, 9 de junho de 2011

CONFERÊNCIA

CICLO DE CONFERÊNCIAS DE ESCRITORES DA GUERRA DO ULTRAMAR. Para a minha, a 17 de Julho, Estrada de Benfica, 419. Ficam todos convidados.

                               

                                                 

PEDIDOS: danielcosta@optimus.clix.pt - telefones: 217163750 - 932745241

Por 10.00 €, cada não deixe de adquirir estas obras. No LISBOA CAFÉ, saiba um pouco de como eram feitos os jornais antes da Revolução de Abril de 1974




                                             

segunda-feira, 2 de maio de 2011

ENORMIDADE DE CHUVA DE GRANIZO INÉDITA

ENORMIDADE DE CHUVA DE GRANIZO INÉDITA

Ocorreu na freguesia mais ocidental de Lisboa, Benfica e na vizinha cidade da Amadora em 29 de Abril de 2011, uma enorme tempestade de granizo.
Na minha, já não muito curta, vida nunca vi uma tão grande tempestade do género.
Captei o trio de fotos que se segue, por detrás dos vidros da minha janela, enquanto a chuva e a trovoada ocorrriam, na impossibilidade de a abrir, sem a água e as próprias pedras de gelo me entrarem em casa.
A terceira foto dá mais uma ideia de como o gelo se acumulou, na quintinha e nos telhados.





Esta foto dá bem conta da alvura que estava a acontercer no quintal,
das trazeiras do meu prédio e nos telhados.
No dia seguinte o gelo mantinha-se

Daniel Costa
Texto e fotos

domingo, 17 de abril de 2011

ALMOÇO - COFRATERMIZAÇÃO ANUAL DO BATALHÃO 350

ALMOÇO - CONFRATERNIZAÇÃO ANUAL DO BATALÃO 350     

Como já há várioa anos, ontem, 16/04/2011, deu-se mais um encontro entre bastates elementos do Batalhão de Cavalaraia 350, que entre Janeiro entre Janeiro de 1962 e Março de 1964 combateu na guerra colonial, em comissão de serviço rem Angola.
Como sempre, este encontro reuniu bastante gente, apesar de ser saber que bastantes ex-comaradas, além dos que falecera em combate, já não pertencerem ao mundo dos vivos.
Por intenção de quem foi mandada rezada missa. Também, imediatamante antes do almoço foi guardado um minuto de silêncio.  
De notar bastantes presenças femininas, naturalmente esposas de ex-combatentes. Destaco a Mimi, naturalmente acompanhadada pelo marido, filha mais nova do Comandante do 297, que faleceu em 2010, com o alto posto de General.
Pessoalmente desfiz a má impressãodo de 2004, útimo almoço a que tinha estado presente, num sarrificio, mais numa aventura. Os mais íntimos não reconheceram.
Desta vez tudo foi bem, diferente: um grante teste o reencontro.
                           
                                            
Eu à conversa com Araújo, então Tenente,
meu primeiro comandate de pelotão, 
por quem fiquei com uma admiração muito especial.
                                                   
O simpático casal João Pedro Duarte Baptista, 
que fizeram o favor da me transportar
Posaram comigo, à esquerda

                                  
Uma das mesas do almoço

                                   
Antero Sampaio, o eterno organizador destes encontros,
Foi ele em 1966, a falar-me destes almoços
                                  
         Uma mesa da Compahia de Comandos e Serviços 350.

Aproveitei o ensejo para apresentar o livro AMOR NA GUERRA
já que tem origem em todo Batalhão se bem com com incidência
No 297

Daniel Costa

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A MULHER DO CAPITÃO

A MULHER DO CAPITÃO

A Mulher do Capitão é o título do segundo livro que Ludgero do Nascimento dos Santos escreveu e a Alfarroba editou em Dezembro de 2010.
Num volume de 220 páginas, o autor serve um conteúdo de muito interesse. Atrevo-me a dizer que o seu fio condutor é, de certo modo o romantismo.
Porém bastantes nuances e peripécias fascinam o leitor, aqueles que forem mais emotivos, em certos passos da história podem chegar à lágrima no canto do olho, como me aconteceu.
A trama cujo cenário se desenvolve no tempo da Guerra Colonial, começa na Metrópole, passa por Angola e vem de novo acabar em Portugal, com um desfecho mais ou menos feliz.
Uma donzela extremamente bela, por conveniência, casa com um garboso capitão, mais velho, também mais por conveniência pessoal deste, visto que o interesse de ser casado era o de estar prestes a ser mobilizado e poder apresentar em público, uma fascinante mulher.


Visava com isso uma subida na carreira militar.
Em Angola, Diana apaixona-se por um alferes, mais de acordo com a sua idade, um homem romântico e uma jóia de pessoa.
Depois de a mulher ter pedido o divórcio, ainda por conveniência de subida na carreira militar, este só aceitaria depois de isso acontecer. No entanto ficaram a dormir em dependências separadas.
A partir daí Diana começou a dormir com o alferes Luís.
A determinada altura uma mulher casada com o Chefe de Posto local, também já se apaixonara pelo alferes, tendo sido rejeitada. Como era extremamente perversa traiu e numa operação militar, este é morto pelo próprio capitão.
Entretanto Diana engravidara de uma menina, filha do seu verdadeiro amor.
Os avós paternos aceitaram bem a existência da neta que protagonizava a recordação do filho perdido.
A seu tempo Diana regressa à Metrópole e acaba por receber uma grande herança de um familiar. Ela e filha também bonita ficam bem na vida.
Em termos gerais, como convém, ficam os dados para conduzir o leitor a procurar o livro na livraria mais próxima.
Vale a pena ler A MULHER DO CAPITÃO, uma novela comovente.

Daniel Costa