sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

SEMANÁRIO EXPRESSO



SEMANÁRIO EXPRESSO
Em 1 de Janeiro de 1973, sob a orientação Francisco Pinto Balsemão, sendo o seu primeiro Director, nascia em Lisboa, na Rua Duque de Palmela, o jornal Semanário Expresso. Perfez portanto 40 anos, de 1 a 6 deste mês de Janeiro, como tem sido largamente anunciado.
Francisco Pinto Balsemão, partiu do então jornal Diário Popular, onde o seu mérito organizativo dava nas vistas.
Trabalhava eu no meio, na então Selecor a produzir fotolitos para off-set, onde tudo o que era publicações novas a aparecer, ou aparecidas, era certo e sabido que ali chegava o conhecimento.
Acontecia então, que além do jornal desportivo Record, a Revista R X T era, também pertença do Diário Popular. A capa, como era a cores, a sua feitura, estava a cargo da Selecor. Ora, o caso originava, às Sextas-Feiras, a minha deslocação aquele jornal da Rua Luz Soriano, onde se podia ver numa parede da sala de trabalho dos jornalistas, uma placa de homenagem a Francisco Pinto Balsemão, que viria a ser Primeiro-Ministro de Portugal.
Agora me refiro, sucintamente, a esse primeiro número de que, ainda sou detentor de um exemplar.
Vou referir-me a três factos:
- 1 Semanário foi posto à venda a 5$00.
- 2 Trazia uma local relativa ao famigerado leão, que se dizia aparecer em Rio Maior, leia-se: “O leão anda à solta? – A GNR de Rio Maior não considera facto provado a existência à solta na área da sua jurisdição…..” Este caso foi objecto diário, dos noticiários dos meios de comunicação e de muita jocosidade, entre a população.
- 3 Joaquim Agostinho, o maior ciclista português, de todos os tempos, vem em destaque, a ilustrar artigo respeitante a criação de um sindicato de ciclistas.

- 4 O cartum de Sam é de uma acuidade sem igual!
Reparem bem portugueses!

Daniel Costa


1 comentário:

Mário Relvas disse...

Pedindo desculpa pela divulgação e agradecendo a vossa atenção para a questão:

Associações: Governo tem «total autismo» na reestruturação das Forças Armadas

Depois de uma luta de muitos anos para que os políticos deixassem de utilizar a palavra autismo -servia de arma de arremesso entre eles e de forma considerada insultuosa para os portadores do espectro do autismo-, tendo sido aprovado, por unanimidade dos deputados da Assembleia da República, a sua não utilização fora de contexto, verificamos que a referida palavra continua a ser mal aplicada no nosso quotidiano.

Lamentável. Só pode ser por ignorância. Aqui fica o alerta. Pede-se que haja mais respeito pelos autistas. E pelos seus familiares...