sábado, 21 de junho de 2014

AMOR SURPREENDENTE

 
Eis o livro EU E VOCÊ


AMOR SUPREENDENTE
 
 
Não sou vidente

Serei o poeta do amor de fidelidade

De amor surpreendente

Amor difícil na modernidade

Na minha poesia sempre presente

Sempre moderno, como se fora na mocidade

Num sonho persistia recorrente

Sonhava ser a verdade

Amor surpreendente

Seria de veracidade?

Não estaria a delirar de repente?

Senti-me alado, desejo que viria da puberdade!

No espaço já evoluía, na era presente

O meu anjo influiria com acuidade

Amor surpreendente

 Na galáxia sereneia, voava com privacidade

O meu querer de nada valia, mas sentia a vertente

Uma praia deserta, via com propriedade

Apenas uma mulher bonita, só para mim evidente

Contrastando com um verde de verdade

Amor surpreendente

Oh céus! O que sempre sonhei teria ali veracidade?

Uma mulher coberta de azul celeste, uni-presente

Também só, ancorada na pedraria, cheia de humildade

Como um amor que se pressente

Meu coração rejubilou, parecia cumprir-se a minha tenacidade

O meu sonho de élan, num repente:

- Terminou sublime, com nova acuidade

Apareceu-me o meu anjo reluzente,

Dizendo: na vida lutas com fé e verdade!

Amor surpreendente

Ama muito a mulher, mereces a sua lealdade

Amor surpreendente

Eis a verdade!

 
Daniel Costa

 

 

Caro autor DANIEL COSTA;       

Obrigado pelo e-mail e pelo envio do seu trabalho para a grande antologia de poesia e texto poético da Lusofonia ENIGMA(S) em formação.

Os coordenadores literários desta antologia (Célia Cadete e Ângelo Rodrigues) leram e apreciaram o seu trabalho e o mesmo será uma mais valia para esta obra o que agradecemos. Parabéns pelo seu trabalho!


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