terça-feira, 14 de novembro de 2017

LIVRO SENHORA DO MAR

Foto de Literartura.

LIVRO SENHORA DO MAR

O preço de capa do meu livro SENHORA DO MAR é de 11.00 €uros para Portugal e 44 Reais para o Brasil.
Antecipe, lendo abaixo o que está escrito na contra do liivro.

CONTRACAPA SENHORA DO MAR
Neste livro poético - lusófono, cada poema tenta adentrar em realidades; de Portugal e Angola presenciais, em alguns casos vividas. Do Brasil alguns Mares posteriormente, localmente, não sugeriram alterações. Regra geral, sendo poemas românticos, cada tem num ou mais versos SENHORA DO MAR. Colectânea de poesia temática portanto.
Paradigmáticos são os poemas MAR DA SERRA DEL’REI e MAR DA SENHORA DA PENHA,  (João Pessoa - Brasil) aquele sendo poema de abertura. Serra de El’Rei vila e freguesia do concelho, cidade de Peniche, Leiria, Portugal, este mais no meio do volume. SENHORA DA PENHA, cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil, um santuário que o navegador português, Sílvio Sequeira deu início no século XVII, mandando erigir ali o primeiro templo.
Do autor
Pedidos: dan.costa@zonmail.pt
Ou telefone 9327695115
Envie morada para receber o livro com a indicação de como enviar o pagamento.

Daniel Costa

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

NO RESTAURANTE


Foto de Daniel Cordeiro Costa.

NO RESTAURANTE… 

Restaurante...CHEIO !!!! 

Fui jantar a um restaurante com a minha mulher…e  reparei  que  estava completamente cheio.
Reparei que todas a mesas estavam ocupadas,  por muitos casais…
Peguei o telemóvel e fiz um telefonema em voz alta:
-  "Meu amigo, a tua mulher está aqui com outro homem, se fosse  a  ti….vinha ver !!!"
Cinco senhoras saíram a correr.....duas desmaiaram!
Resumindo:
- SETE Mesas livres !!! 

Postado por Daniel Costa

terça-feira, 26 de setembro de 2017

RELAÇÃO ENTRE ADVOGADO E ESPOSA

Fitness Girls

RELAÇÃO ENTRE ADVOGADO E ESPOSA

Um certo ADVOGADO, especialista, não queria saber de outra função que
não fosse a sua especialidade.
Um dia em casa sua esposa reclamou: - Querido, o ferro não esquenta.
De uma olhada, por favor...
- Querida, eu não sou electricista.
- Querida, acorda! Eu não sou encanador.
Na segunda-feira seguinte:
- Querido, a torradeira esta pegando fogo!
- Querida, vê se acorda! Eu não sou bombeiro, eu sou advogado.
No fim de semana, descansando, o marido descobre que tudo o que a
esposa havia reclamado estava em perfeito funcionamento.  Ele
perguntou:
- Querida, quem fez todos esses reparos ???
- Ora, querido, você lembra daquele seu amigo engenheiro que você
trouxe para jantar aqui no sábado passado ???
- Sim, lembro.
- Então, ele se prontificou a consertar tudo.
- Como assim ??! Ele fez tudo de graça ?
- É claro que não ! Ele disse-me que eu poderia pagar de duas formas:
eu faria outro prato igual ao que ele jantou aqui ou iria com ele ao
motel.
- E o que você fez ???????
- Querido, acorda !!! Eu não sou cozinheira !!!

Mail Recebido
Arranjo e postagem:
- Daniel Costa


domingo, 24 de setembro de 2017

ROSS PYNN E A FEIRA DA BAGAGEIRA

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O livro adquirido

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Selecções Mistério

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Roussado Pinto (àdireita) cumprimentado pelo Prof. Varotojo

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
José Augusto Roussado Pinto

ROSS PYNN E A FEIRA DA BAGAGEIRA

Precisamente, hoje 24 de Setembro de 2017, está a ocorrer a designada FEIRA DA BAGAGEIRA, de artigos usados, que tem lugar aqui na freguesia de Benfica, onde moro. Da Bagageira, porque a banca é o porta bagagens do carro.
Escusado será dizer que a fui observar.
Havia bastantes livros e a minha atenção centrava-se em livros da História do Brasil, porém nada da matéria vi e os muitos livros, possuo na minha pequena biblioteca.
No entanto, a determinada altura, deparei-me com um volume; de Antologia do conto policial, coordenada pelo já falecido escritor Ross Pynn – José Augusto Roussado Pinto, de seu nome completo, que foi meu amigo, para a Editora Palirex, de que O Roussado Pinto foi um dos três sócios.
Não só por recordar e até para confrontar com outro livro do género, que já me parecia coordenado pelo mesmo escritor, com o pseudónimo de Matt West, (Roussado Pinto usou cerca de 50), editado pela Editorial Ibis e sobretudo por ser apreciador do género.
Para recordar o profícuo escritor, que foi José Augusto Roussado Pinto, meu amigo, servi-me da efémera revista Selecções Mistério, que convidado para colaborar, por estar a desenvolver um outro projecto, não cheguei a colaborar, embora o editor e Escritor Lima Rodrigues, também editor do Jornal do Oeste, onde colaborava, me tenha dirigido convite nessa qualidade.
Perdi a oportunidade de ser colega de escrita desse monstro do do jornalismo e, sobretudo do género Policial. Assim como do Professor Varatojo, que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente.

Daniel Costa



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

GRUPO DE POETAS LIVRES

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

GRUPO DE POETAS LIVRES

Do Grupo de Poetas Livres de Florianópolis , Brasil, de que faço parte como associado sócio correspondente, sob a presidência da grande intelectual  Eloah Westhpalen Naschenweng, recebi a medalha Maria Vilma Campos.
Aqui se reproduz medalha e respectivo diploma.


Daniel Costa

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

1984 - Maria Guinot - Silêncio E Tanta Gente



Silêncio e Tanta gente, da própria Maria Guinot que, apurada em  concurso, a levou ao Festival da Eurovisão.

sábado, 12 de agosto de 2017

POSTAIS ROMANCE DO LUACHIMO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

11 POSTAIS ROMANCE DO LUACHIMO

O presente grupo de 11 postais ilustrados, que há cerca de 50 anos, fazem parte do meu acervo particular, exercem particular recordação.
1º. - Porque em 1963, estando em Angola, na guerra do ultramar, conheci a oportunidade de visitar o rio Luachimo,
2º. – Porque, no mesmo âmbito, visitei o museu etnográfico da Cidade do Dundo, onde foram fotografados os motivos das máscaras, cujos originais observei.
3º. – As reproduções, e a impressão, em rotogravura, a sépia (creio que dos últimos trabalhos impressos em Portugal por esse meio), na Bertrand & Irmãos, no Dafundo, que deu lugar à Imprimarte, em Queluz de Baixo.
Os postais eram de apoio publicitário ao filme ROMANCE DO LUACHIMO, da autoria do Major Baptista Rosa, para a Diamang – Dundo, com quem cheguei a participar num almoço.

Imagens a saber:

          1 - Tipo de notável quioco
          2 – Pormenor de bastão. Trabalho quioco (Museu do Dundo)
3 – Máscara quioca Mwana wa pwo (Museu do Dundo)
4 – Pormenor de cadeira. Trabalho quioco (Museu do Dundo)
5 – Máscara quioca Tshihongo (Museu do Dundo)
6 – Rapariga quioca, com penteado característico
7 – Mascarados cacongos
8 – Dançarina luba
9 – Quiocas pescando num pego do rio Licoco
10 – Kambom, dançarino luba
11 – Dançarina luba

A impressão teve o número de obra 1476. Todos os postais têm o número, o mesmo que dizer: eles serviram de controlo de qualidade.

 Daniel Costa


sexta-feira, 14 de julho de 2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

CARIMBO COMEMORATIVO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
CARIMBO CARIMBO COMEMORATIVO


No dia 15 de Janeiro de 1974, saiu o número - UM - de FRANQUIA - Revista Filatélica Portuguesa. Em 15 de Janeiro de 1979 promovi o seu 5º. Aniversário, solicitando à Direcção de Filatelia dos Correios, a criação de Carimbo Comemorativo (o suporte, envelope, que criei para o efeito, por erro meu, tem 1978). A primeira versão, a primeira da Filatelia Lusófona a ser apresentada com capa a cores e feita em ofsset. Por ser altamente deficitária, a primeira acabou no número 37.
Com o mesmo registo, seguiu-se outra versão, diria "comercialona", que teve efectividade até número 223, propriamente até 2001. Acabou por AVC de extrema gravidade.
Além de outros troféus, como Director da mesma, Nacional e Internacionalmente, foi premiado com cerca de CINQUENTA MEDALHAS, que vão de Cobre a Prata Dourada. 
Até 2006, continuei a escrever sobre filatelia como Freelancer, nomeadamente para Revista FILATELIA, de Madrid, Espanha.
Depois passei a escritor.
A FRANQUIA, é a marca da minha vida, que pode ser aqui visionada, em três imagens marcantes: um dos três volumes, encadernados da primeira versão, o envelope com o carimbo comemorativo dos Correios (que os catálogos, da especialidade marcam) e o último número de FRANQUIA - Bolsa Jornal.

Daniel Costa

domingo, 30 de abril de 2017

BATALHÃO 350 - ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO 2017

BATALHÃO 350 - ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO 2017

No meu diário pessoal, da estadia da Guerra Colonial, Janeiro 1962 a Abril de 1964 (regresso a 1 de Abril), escrevia assim, simplesmente, em 29 de Abril de 1962: “hoje apenas joguei cartas e futebol”. Estava o Batalhão na região dos Dembos, sediado concretamente em Muxaluando.
Foto de Daniel Costa.
A foto de família, com algumas falhas

Foto de Daniel Costa.
Zuzarte, Sousa (não está na foto de familia), Araújo e  Daniel Costa - da esquerda para a direita

Foto de Daniel Costa.

Maia (não aparece na foto de família) e Zuzarte - da esquerda para a direita

Foto de Daniel Costa.
Antero Sampaio

Ontem o Batalhão voltou a reunir, no habitual almoço de confraternização, no Restaurante POR DO SOL, nas proximidades da cidade de Pombal.
Apresentaram-se cerca de 50 pessoas, algumas, delas familiares de ex-combatentes. De notar a presença de Mimi Alves Ribeiro, filha do prestigiado, General João Ramiro Alves Ribeiro, que comandou o Esquadrão 297, do Batalhão 350.
Pelo quanto o saudoso General pugnava, por estas reuniões anuais, a sua memória bem merece ser recordada na pessoa da sua filha.
De notar que ninguém se apresentou a representar o 352 e do 351 estavam apenas 3 elementos.
De um modo geral, embora o Batalhão fosse constituído por elementos de todo o país, só estavam presentes elementos oriundos das regiões do Porto e de Lisboa.
Do 297 estiveram:
- Maia, 1133 (?), Zuzarte, António Elias (Bombarral), Araújo, José Bento (Cadaval), Sousa, Daniel Costa (centíope).
Foram contados alguns episódios de segundo comandante, Major Caldeira, quem apelidava de “pai da cuca” por ser um bom bebedor de cerveja. Este ficou preso em Luanda e veio a falecer em Lisboa, miseravelmente, ao que consta.

Daniel Costa







domingo, 19 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

MEMORIAL A ROUSSADO PINTO

Biografia

MEMORIAL A ROUSSADO PINTO
Recordar o passado não é viver apegado somente a más memórias se, se tiver uma mente optimista, tendo em conta que prestar a devida homenagem a quem merece ser lembrado, pelo espírito empreendedor e aberto, pode ser ainda uma maneira de encarar as suas nuances pelo lado positivo, mesmo pensando em alguém, com quem chegámos a conviver com admiração, mesmo em momentos fugazes, e que deixou de pertencer a este mundo, como é o caso de José Augusto Roussado Pinto, finado em 03/03/1986, já vão 21 anos.

Fazia o favor de ser um bom amigo, segundo expressam alguns livros da sua autoria que me fez chegar com significativas dedicatórias.
Profícuo jornalista e autor multifacetado, incansável mesmo, elaborou e dirigiu durante vários anos, o que considero a sua maior obra, o "JORNAL DO INCRÍVEL", que muitos ainda recordarão. O semanário sempre me foi amávelmente remetido até ao número 278, edição de 9 a 16 de Março de 1985. Aquele número tinha já a direcção da sua filha Zaida Roussado Pinto, dava conta da morte do seu criador aos 58 anos.
Nessa edição vinha reproduzida a última maquete do finado Director, que quase sózinho dava semanalmente conta do hérculo trabalho de pôr de pé um periódico da envergadura de um "INCRÍVEL".
Há também a destacar "JORNAL DA SEXOLOGIA", figurando cono Directora a sua filha, porém era visível a concepção e a criatividade de Roussado Pinto. Foram sempre saíndo outras relizações, no campo literário, sobretudo Policiais, revistas de fotonovelas, contos vários, autoria de textos de Banda Desenhada, etc.
Sabendo-se que usou dezenas de pseudónimos, em livros Policias, "Westerns", Espionagem, Amor, Aventura, segundo me foi afirmado de viva voz, pelo que seria sempre difícil contabilizá-los.
Trabahou em vários jornais, como o "DIÁRIO ILUSTRADO", que existiu há várias décadas, de cujas reportagens concebeu livos como "EU FUI VAGABUNDO" e outros, com assinatura própria ou "A CABEÇA DA OUTROS", uma interessante compilação de pensamentos de vários escritores e até de anónimos, assinado com o pseudónimo de Steve Hill. Estes livros foram editados pela Portugal Press, situada na Rua Coelho da Rocha, 28 em Lisboa, de que era sócio, creio que com todos os poderes.
Revistas de fotonovelas como "CARÍCIA" ou "IDÍLIO" em que utilizou um pseudónimo, que se tornou muito comum, de Edgar Caygil. Curiosamente privei com várias personagens, antes e depois da existência dos títulos, até com o muito conceituado fotógrafo, J. Nunes Correia, falecido em aparatoso desastre ao serviço da extinta revista "FLAMA".
Publicações, em edição da Palirex, Rua Padre Francisco, 14 Lisboa, de que também fez parte, compondo um trio de associados, todos com poderes administrativos.
O pseudónimo de Ross Pynn, talvez tenha sido o que mais utilizou, nas suas inúmeras produções.
Também foi incansável como autor e cronista de Banda Desenhada, como " O PLUTO", "MUNDO DE AVENTURAS", "TITÃ" e outros onde teve como companheiro um criador de desenhos, da envergadura de Vctor Peón, com quem vim a falar já depois da Revolução de Abril, no seu regresso a Portugal, outra morte prematura.
Roussado Pinto, assim como se dedicou a várias compilações, editou bastantes romances Policiais, curiosamente muitas vezes, com cenários da América, assinado com nomes a dar a idéia de um americano, nato conhecedor daquele país, deixando assim a impressão de se movimentar naqueles meios. De facto o autor nunca terá visitado aquele Continente, disse-me um dia que inventava e imaginava os locais com as suas habituais leituras.
No entanto como tenho predileção por romaces Policias, desfolhei alguns assinados com nomes americanos, sempre conhecia quando eram daquele autor. Até sabia que em ocasiões de produzir mais um volume, era muito capaz de se isolar, um fim de semana, num qualquer hotel algures e saía a produção.
Da saudosa memória foi a revista "SELECÇÕES MISTÉRIO", de que foram publicadas nove números, onde Roussado Pinto colaborou quase sempre com contos Policiais inéditos, que me era dado ler como toda a revista, publicação do também incansável Lima Rodrigues, que me convidou a participar, portanto vim a receber toda a edição, depois de enviar as minhas produções para um jornal que ele havia adquirido, no entanto fui apanhado em altura de estar a sustentar a criação da minha própria revista o que me privou de alinhar com parceiros de valor dos que ali pontuavam.
No número seis de Novembro de 1981 foi publicada a realização de um convìvio homenagem, mais que devida a José Augusto Roussado Pinto, teve lugar num restaurante de Santarém, reunindo cerca de cento e cinquenta amigos que quiseram preitear-lhe a grande admiração, entre eles contavam-se nomes como o de Artur Varatojo, recentemente falecido, já com oitenta e um anos, Lima Rodrigues e muitos outros, nomeadamente vários policiaristas.
Foi apresentada uma exposição de trabalhos seus e entre vários discursos, assinalou-se o evento com a entrega ao homenageado, pelo seu neto, de uma salva de prata.
Sobre assuntos, sobretudo alguns dos muitos que abordava no seu jornal, cheguei a questioná-lo por os mesmos me parecerem ficção. A resposta era sempre igual, tudo o que ali era dito partia da veracidade. Mesmo tendo em conta o momento actual em que a ficção por vezes ultrapassa a realidade, tenho de equacinar a grande capacidade criadora ficcionista de que era detentor José Augusto Roussado Pinto.
A falalidade chegou com a terceiro colapso cardiaco, que se pode entender pelo grande apego à realização patenteada, que o levava a trabalhar muitas horas.
Pouco depois do segundo colapso do género, que o levou ao hospital em 1982, o primeiro ocorrera em 1975, casualmente encontrei-o nos Restauradores e falei-le pela última vez. Ali conversámos e como era bastante mais velho, além de focar o acidente que sofrera, achou por bem fazer-me recomendações sobre esse bem que é a saúde, parece que adivinhava porque o fazia. Concluo agora não ter sido por acaso, visto conhecer-me bem e de longa data.
Depois do segundo acidente voltou, com a "febre" que o caracterizava, ao "INCRÍVEL".
No seu mapa astrológico já devia estar inscrito o sinal a indicar o fim do grande trabalhador da arte pela escrita.
Daniel Costa - in "JORNAL DA AMADORA" - 23/11/2006.
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