domingo, 31 de dezembro de 2017

GARRAFA DE LISBOA, DA EPAL

Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.

A lembrança da Companhia das Águas de Lisboa. Siza Vieira é só um renomado arquitecto português. Talvez o de de maior nomeada.

sábado, 23 de dezembro de 2017

INFORMAÇÃO SENHORA DO MAR E FELIZ NATAL DE 2017



Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.


INFORMAÇÃO SENHORA DO MAR E DESEJOS DE BOAS FESTAS

O INÉDITO SEMPRE SERÁ NOTICIA
Milhares de escritores, em Portugal, editam livros, mas de poesia histórica, só fica a haver o livro: SENHORA DO MAR, de Daniel Costa, jornaleiro (de jorna), jornalista, escritor…
Preço capa: Portugal. 11.00 €uros
                           Brasil: 44 Reais
SENHORA DO MAR, a obra estará sempre disponível em qualquer livraria, quer no comércio tradicional, quer nas grandes cadeias como, Bertrand, Fnac, Wook, etc. A mesma está a ser distribuída no Brasil.
Pedidos também: dan.costa@zonmail.pt


Editora - CHIADO

Daniel Costa

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

MENSAGEM DE NATAL -2017

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

MENSAGEM DE NATAL - 2017

Por carta, recebi este recorte de jornal assinado pelo meu amigo Lidio Duarte. Achei por bem transmitir aqui a mensagem, numa partilha da visão que, serve, não na quadra, mas para sempre.
O recorte vinha capeado por envelope que, guardarei no meu acervo de peças filatélicas, visto que, nos correios de (11/12/2017) recebeu carimbo com flâmula de barras de CPL SUL. 
As flâmulas, neste século já passaram a rarear.

Daniel Costa

domingo, 17 de dezembro de 2017

UM MANUSCRITO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

UM MANUSCRITO

Tomei conhecimento dum manuscrito assinado pelo Rev. Prior De Atouguia da Baleia, Padre António Faria Faria Lopes, que também assinara o meu registo de baptismo naquela freguesia. O documento, não deixa de ser importante, mas não é nada rigoroso, porquanto as datas não correspondem às das realidades dos factos.
O mesmo cita melhoramentos na aldeia da Bufarda, onde nasci e vivi até aos 24 anos. 
Porém, apenas me vou referir à electrificação da localidade, cuja  teve lugar em 1956  logo seguida de inauguração (não em 1960) do mesmo ano.
O padre António Faria Lopes, ao ter louvável intenção de historiar o invento, tê-lo-à feito anos à posteriori e falhou o rigor da data.
Com o meu irmão Germano, fizemos para da equipa, como assalariados, que se ocupou dos trabalhos de fazer chegar, em alta tensão, à localidade da Bufarda, no Inverno de 1956. 
Recordo bem o dia da inauguração, cuja recepção ás entidades politicas, teve lugar no edifício da escola, e recordo da confusão que a entrada do povo causou, e da Franquelina, que fazia parte da Comissão de recepção, como se esganiçou, pelo facto.
Aproveito a recordar: Se há trabalhos que deram satisfação, a participação na electrificação foi um deles, o abrir os buracos causou logo a sensação de inovação; logicamente, os cabos da enxadas ou picaretas, não eram como os que conhecíamos, mas curtos à medida de caberem nos buracos que se abriam.
Depois a implantação dos postes de cimento e o estender neles os fios: como foi fácil, com técnica própria, para rapazes, estarem lá em cima, com um cinturão, que se designava cadernal, preso ao poste.
Mas o mais importante: 
- A equipa, da firma SEOL, de Caldas da Rainha, composta de um chefe, com um jeep, segundo chefe, mais orientador do trabalho no terreno, dois filhos deste, de que esqueci os nomes e o Afonso, que foram agregados os Costas, designação daqueles, para mim e meu irmão Germano.
A cada serão, depois da "ceia", reuníamos em confraternização, no armazém do Beningno, onde eles cozinhavam e pernoitavam, ouvíamos expressões como - "sabes tanto e ganhas tão pouco". Mas o prato forte era o Afonso a cantar o fado; por exemplo, um pouco da letra do seguinte: 

Não resisto a contar um episódio:"Maria Clara era um amor de rapariga  / acreditou no amor de uma hora / mas foi como o cigarro que se fumou / e a ponta se deitou fora".

- O chefe, no Sábado, transportava a equipa a passar o Domingo em casa. Voltava com todos e sempre trazia a féria dos Costas, num invólucro de plástico de plástico.
Certo dia era feriado municipal, em Caldas da Rainha, a equipa foi gozar o feriado, o chefe estipulou o trabalho para os Costas; seguirem a abrir buracos para postes. 
No primeiro buraco, perto do sítio do Arneiro, numa fazenda do senhor Correia, encontrámos pedra dura, que nem à lei da picareta obedecia de pronto, em resultado não se conseguiu finalizar a abertura do buraco.
Do facto não houve admoestações, mas por tudo e nada, choviam comentários jocosos a propósito, enquanto o chefe não verificou, a razão, por outros trabalhadores a quem destinou o trabalho.
Comentário final do chefe: 
- "afinal os Costas tinham razão!... "

Daniel Costa




segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

APRESENTAÇÃ O DE SENHORA DO MAR

Foto de Eu E Você - Poemas.Foto de Eu E Você - Poemas.
Foto de Eu E Você - Poemas.
SENHORA DO MAR, no Brasil, apresentado pela locutora, Teresa Maria!...

O INÉDITO SEMPRE SERÁ NOTICIA
Milhares de escritores, em Portugal, editam livros, mas de poesia histórica, só fica a haver o livro: SENHORA DO MAR, de Daniel Costa, jornaleiro (de jorna), jornalista, escritor…
Preço capa: Portugal. 11.00 €uros
                           Brasil: 44 Reais
Pedidos: box do facebook, dan.costa@zonmail.pt, ou 135 932795115.
Peça, aguarde receber o livro, abra e logo a seguir à capa encontrará nota de como pagar.
 O livro SENHORA DO MAR, será distribuído no Brasil, por Editora Chiado de São Paulo.