quinta-feira, 20 de setembro de 2018

MEU PACEMAKER


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MEU PACEMAKER

Daniel Costa – escritor

No ano 2000, em 26/07,depois de um AVC – acidente vascular cerebral, com 30 dias de em coma; 15 dias em semi – coma, com operação ao cerebelo, teve alta do hospital de Santa Maria, Lisboa, em estado terminal.
Trazido de ambulância a casa, onde continuou em semi – coma, por cerca de dois meses.

Eu, Daniel Costa- escritor.
A 14 de Fevereiro de 2018, vítima de ataque cardíaco, na rua onde deambulava, alguém providenciou chamar o 112, cuja tripulação me reanimou e me transportou ao hospital de Santa Maria, onde “estagiei” 23 dias.
Só depois de me ser aplicado um Pacemaker tive alta.
O relatório médico menciona não mazelas. No caso quer dizer: não há veias ou artérias obstruídas.
Há sim o efeito duma arritmia, sequela do AVC.
O pessoal médico, de enfermagem e auxiliar foi inexcedível.
O SNC – Serviço Nacional de Saúde, em Portugal, como senão de manifesta falta de pessoal de pessoal, de enfermagem, é de qualidade.


Fica a dureza nas quedas.

DC







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