quinta-feira, 20 de novembro de 2014

POEMA AMIGOS DE ALMA

´
Esta foi a ilustração, a minha foto, que Regilene trabalhou, para ilustrar o poema, daí que tenha a veleidade de o mesmo me ser dedicado.
AMIGOS DE ALMA
Sua amizade é aquele raio de sol
Que entra iluminando minhas manhãs
É aquele cheiro de chuva
Misturado no céu perpetrando um lindo arco-íris
Para enfeitar o meu dia
É aquela emoção cheia de alegria
Que contagia com sua magia 
De transformar sol e chuva em arcos-celestes
Fazendo uma aliança entre mim e você!
Você amigo: é meu bem maior
Um pescador de pérolas,
Que pesca joias para adornar a alma.
Seu nome tem significado de sonhos
Que traduzidos significam amor...
Amor herdado do Senhor
Para ser compartilhado entre nós
Em intrínseco amor ao próximo
Que ama sem nada exigir
Simplesmente cultivar amigos pelo caminho
E amanhã ganhar abraços entrelaçados de afeto...
Desses que descortina a alma
E abre o coração colocando porções de ternura
Dentro do peito, em parte de um todo.
Naquele fragmento indivisível 
Que se chama amigo!
Você é também noite
Quando meus medos afloram
E você sem saber ora por mim
Pedindo intercessão junto a Deus,
Para que ele abençoe minha vida
E eu acorde cercada de luz
Sem nenhum temor.
Você amigo é minha ode perfeita
Aquela inspirada ao lembrar-me de você,
Quando a saudade sorrateira me invade
E doces lembranças cruzam meu pensamento
Refazendo o caminho entre nós...
Onde você semeou seu carinho
Entre sóis, luas, dias e noites,
Primaveras e outonos
Tornando cada tempestade
Águas mansas para emergir minha gratidão
Por ter um amigo que é uma benção,
Anjo do Senhor!
(por Regilene Rodrigues Neves)
Em 20/11/2014

sexta-feira, 18 de julho de 2014

AVC



último parágrafo do relatório médico me acompanhou do hospital a  casa em estado terminal,


Daniel Cordeiro Costa

AVC - EM 2000

Mantêm-se internado na unidade de Cuidados intensivos dependente do pessoal de enfermagem . Não sendo, por enquanto, possível estabelecer um prognóstico adequado. No entanto, parece-me pouco provável que o doente retome a sua vida normal.

Dr.ª. Rosa Pereirinha

segunda-feira, 30 de junho de 2014

GABRIEL E O PAPAGAIO


 
 
 
GABRIEL E O PAPAGAIO

Estava-se no século passado, numa povoação de camponeses pobres, a viver de uma cultura de sobrevivência.

Ainda que alguns garotos fossem de famílias mais remediadas, devido ao seu meio natural, a sua evolução, estava dependente do próprio meio em que viviam.

Por isso se diz que ao meio ninguém consegue fugir.

Era Domingo, alguns rapazolas juntavam-se no largo, a aproveitar um pouco de vento, para lançar os seus papagaios, todos fabricados por eles, de caniço e papel e com mais ou menos a habilidade, conforme a que possuía cada qual.

Alguns miúdos andavam descalços como sempre.

Cada brinquedo, o pião, o berlinde, o jogo do batos, o jogo da semana, o do avião e outros tinham tempos, que ninguém definia. Os tempos tinham a ver com a repentina lembrança de alguém, da sua predisposição, em suma.

Agora estava em voga o arranjar e lançar papagaios.

O Gabriel era um menino de cidade, cujos pais tinham na aldeia a sua casa de férias.

Sempre se integrava nos naturais, para o que contribuía muito a adulação recebida de todos

Nesse Domingo, havia chegado, não demorou muito a que se unisse ao grupo. Logo desatou a desembrulhar o seu papagaio.

Todos ficaram com o olhar fixo na beleza extraordinária do papagaio, nas suas variegadas cores.

Com o objecto rasgando o céu, com um fio bem comprido e as suas cores brilhantes, deixou todos fascinados, rendidos mesmo.

A certa altura, foi a vez de o Gabriel ficar também ele fascinado, quando sentiu uma plateia de admiradores, da sua geringonça.

E disse, não sem emoção:

- Pá!...

Toda a gente se admira com o meu papagaio, não admira pá?

Em virtude de ser Domingo, até os mais velhos, desta vez, ali paravam para observar os balões evoluírem.

Alguns pais, até podiam e desejaram muito, premiarem os seus filhos com tão requintado papagaio. Mas os tempos eram mesmo de penúria e nem à venda os havia no lugar e no tempo.

Os comerciantes, de localidades apenas agrícolas, nem sequer se atreviam a ter à venda o considerado supérfluo. Era certo e sabido que a venda seria votada ao fracasso, por falta de dinheiro das famílias.

Porém, entretanto, com a junção do balão do Gabriel, o entusiasmo recrudesceu e naquele Domingo, foi como se tivesse havido festa na aldeia.

Até o pai do Gabriel se entusiasmara e foi conviver com outros pais.

Tudo recolheu a casa. Originara-se uma tarde de, de extrema felicidade, onde as actividades sociais dos garotos, motivados por Gabriel, com a aderência aos companheiros de ocasião.

Todos ali em conjunto viveram uma tarde de felicidade.

Ficou o exemplo, edificante, de como viver em sociedade, sem ideias preconceituosas.

Exemplo a seguir pela vida fora!

 

Daniel Costa

Nota: minha participação na Colectânia VÁRIOS AUTORES
 

 

 

sábado, 21 de junho de 2014

AMOR SURPREENDENTE

 
Eis o livro EU E VOCÊ


AMOR SUPREENDENTE
 
 
Não sou vidente

Serei o poeta do amor de fidelidade

De amor surpreendente

Amor difícil na modernidade

Na minha poesia sempre presente

Sempre moderno, como se fora na mocidade

Num sonho persistia recorrente

Sonhava ser a verdade

Amor surpreendente

Seria de veracidade?

Não estaria a delirar de repente?

Senti-me alado, desejo que viria da puberdade!

No espaço já evoluía, na era presente

O meu anjo influiria com acuidade

Amor surpreendente

 Na galáxia sereneia, voava com privacidade

O meu querer de nada valia, mas sentia a vertente

Uma praia deserta, via com propriedade

Apenas uma mulher bonita, só para mim evidente

Contrastando com um verde de verdade

Amor surpreendente

Oh céus! O que sempre sonhei teria ali veracidade?

Uma mulher coberta de azul celeste, uni-presente

Também só, ancorada na pedraria, cheia de humildade

Como um amor que se pressente

Meu coração rejubilou, parecia cumprir-se a minha tenacidade

O meu sonho de élan, num repente:

- Terminou sublime, com nova acuidade

Apareceu-me o meu anjo reluzente,

Dizendo: na vida lutas com fé e verdade!

Amor surpreendente

Ama muito a mulher, mereces a sua lealdade

Amor surpreendente

Eis a verdade!

 
Daniel Costa

 

 

Caro autor DANIEL COSTA;       

Obrigado pelo e-mail e pelo envio do seu trabalho para a grande antologia de poesia e texto poético da Lusofonia ENIGMA(S) em formação.

Os coordenadores literários desta antologia (Célia Cadete e Ângelo Rodrigues) leram e apreciaram o seu trabalho e o mesmo será uma mais valia para esta obra o que agradecemos. Parabéns pelo seu trabalho!


sábado, 31 de maio de 2014

XIX MORTRA FILATÉLICA DO CINECLUBE DE MONÇÃO


XIX MOSTRA DO CINECLUBE DE MONÇÃO
Conforme convite que me foi enviado o Cineclube de Monção, a 19 de Junho a sua habitual Mostra Filatélica anual.
Os dados essenciais estão no convite aqui reproduzido.
 
 
Entretanto em envio de oferta do autor, o amigo Joaquim Cortes, em Separata do Boletim 443 do Clube Filatélico de Portugal, “Catálogo de Carimbos Numéricos Volantes".
Considero o Clube Filatélico de Portugal a única Academia de Filatelia Portuguesa, sita na Rua Almirante Reis, 70 – 5º. Dtº.
Em Lisboa.
Me sinto com a devida credibilidade para o fazer, dado que sou, em Portugal, que mais escreveu sobre filatelia. Filo-o e m três línguas: italiano, espanhol e obviamente, português.
Reproduz-se a Ilustração da capa.
 
A
 
Separata tem o formato de formato 19 x 27 cm e 64 páginas.
Parabéns ao C.F.P.!
Parabéns Joaquim Cortes!
 Daniel Costa
 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

COMENTÁRIO CARINHOSO DA REGILENE


A bonita Regilene

COMENTÁRO CARINHOSO

Foi assim que Regilene comentou o meu poema MAR DA PRAIA DE COPACABANA, em DANIEL MILAGRE, Fica aqui o meu obrigado com um aceno se simpatia pela sua doçura.

Ler esse poema Daniel
É como sentar a beira-mar
Ouvindo a alma do poeta
Do lado de lá além mar...

Tem som de utopia
Cheiro de fantasia
Magia em versos
A princesa do mar!

Mar da praia de Copacabana
Da cidade maravilhosa
Que toda melodiosa
Encantou o poeta
Que a versejou em inspiração
Escrevendo-lhe a mais linda poesia
Do seu fraterno coração!

Abraço... Regilene

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

AMOR VIRTUAL - AMOR NATURAL

 
AMOR VIRTUAL – AMOR NATURAL
 
A era das comunicações, via Internet, já vem da segunda metade do século passado, com grandes bisarmas capazes de, só por si, encherem salas.
A sua aplicação às artes gráficas, como para composição de livros era feita por perfuração.
Para jornais, ainda coexistiram com as tele impressoras, que por sua vez, matraqueavam notícias ou telefotos que as agências noticiosas iam emanando de todo o mundo.
Já mais tarde, era possível usar computadores para a composição de toda a ordem, ainda coexistiram, na composição com as linotaypes, a chumbo quente.
Mais tarde, já em 1999, terá sido criado o primeiro grupo de blogues.
Estava assim dado início a inúmeras redes sociais.
Embora já se falasse em amor virtual, este viria depois a desenvolver-se de um modo crescente e muito ativo.
Como atualmente, o meio virtual se vem desenvolvendo a um ritmo muito acelerado, tornam-se fácil se vislumbrarem bastantes manobras com fins amorosos.
Isto foi um preâmbulo para reportar um caso de amor virtual que se encaminha para o sucesso.
Depois há a ter em conta, já não haver amigos virtuais, mas amigos, visto que as pessoas se vão dando a conhecer pelo que, e como, escrevem.
Porém, o caso que vou relatar nasceu de várias conversações que mantive, em determinada praia do País irmão, o extenso Brasil.
Se acreditasse no acaso, esse Deus dos loucos, diria que o encontro com o Tavares, naquela bela praia nordestina, chamaria mesmo de acaso.
Ambos Alfacinhas (assim, também designados os lisboetas), os naturais de Lisboa, ambos conhecedores do mundo gráfico, ambos aposentados desse mesmo mundo, ambos grandes entusiastas por navegar na Internet.
Visto por este prisma, o meu encontro e posterior amizade com o Tavares não foi acaso.
Diariamente, o nosso encontro tinha lugar logo ao pequeno-almoço. Aí encetávamos conversa, para que o nosso breviário é inesgotável.
Até parecíamos ter estudado na mesma cartilha!
Dado que “as conversas são como as cerejas”, uma puxa a outra, depressa estamos a conversar sobre a navegação através do mundo virtual, a janela que a Net, abrira ao mundo que se transformara ali à mão, através do teclado dum computador transportável num bolso.
Do MSN e mais recentemente, do Skype, dispondo de visão e conversação instantânea, ainda que em continentes remotos.
Foi assim que se chegou à fala sobre o amor virtual.
Meus deuses o que ambos sabíamos disso!
Ambos tínhamos aderido a várias redes sociais, como o conceituado Facebook e a vários outros.
Tanto o Tavares como eu chegáramos à conclusão, estarem bastantes trabalhadoras noturnas de esquinas a atuarem, a troco de troco de “cachets”.
Entretanto, estabeleceu-se grande confiança, entre nós.
Foi então que sem reticências foi abordado o amor virtual, com o caso concreto do Tavares:
- Ele estava pela primeira vez, de férias no Brasil, a sua amada virtual, na cidade de Catió, no departamento estadual do Acre, só podia dispor de uma semana férias, que de acordo com o amado, seria na terceira semana de Junho, por no dia 12 ser dia dos namorados do Brasil. A véspera de Santo António de Lisboa, o Santo dito casamenteiro.
Portugal, alinhou por toda a Europa, que adotou, o dia 14 de Fevereiro, dia do nórdico São Valentim, desprezando um dos maiores valores da liturgia, Santo António de Lisboa, tanto mais que na vetusta Sé de Lisboa, no dia 12 de Junho, e feito grande casamento coletivo, designado de, noivas de Santo António.
Já o amigo Tavares enaltecia a prometida fidelidade da namorada, faceta que seria comum aos dois.
Seria, contudo nessa semana em conjunto, algures que a situação ficaria definida, após as várias consumações projetadas ao vivo
No seu Notebook, diariamente estava com a Alexa de seu nome.
Chegada a data, Tavares foi encontrar-se com a namorada, para que o namoro e celebração do Dia dos Namorados, pudesse ser efetivada.
Findo o encontro Tavares regressou, voltámos a ser os companheiros de todas as horas. Foi-me confidenciando, estar mais apaixonado que nunca pela bela morena Alexa, no que sempre se sentiu correspondido.
De certo modo, estava eufórico e já pensava que se encontrariam na mesma data do ano seguinte.
Já levava na bagagem o projeto de acertarem o casamento, para fazerem parte do desfile das Noivas de Santo António de Lisboa.
Digam lá que o amor virtual, não satisfaz nem tem futuro?
 
(Miguel Foz) Daniel Costa
 
 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

 
De Regilene R. Neves
DANIEL COSTA
(por Regilene Rodrigues Neves)

Sua voz me traz o som da poesia escrita na alma
Ouço seus versos ecoando além-mar......


Do coração de um forasteiro poeta
Que em terras luso-brasileiro
É um solidário companheiro a nos acariciar
Com suas rimas de sentido nominais
Que mais e mais nos encanta ler
Para aprender quem sabe escrever...

São versos pesquisados no livro da alma
De nomes publicados aleatórios
De muitos significados de vida...

Mistério do casal foz
Aguarela musical
Daniel Costa – Escritor e poeta
Top Secret Olavo
Intemerato
Pescador de Pérolas - Poemas
Mundo e vida
Os raios da roda da vida são poemas
Poesia senhora do mar
Sonhos emoção e poesia
Eu e você - poemas
Fado patrimônio mundial da humanidade

Quanta inspiração
Escrita desse coração gentil
De homem varonil
Que renasceu de um milagre
Para escrever uma linda história de vida!

Ao som da sua alma de poeta-escritor
Nasceu esta minha inspiração
Sentindo o pulsar do seu coração
Nas estrofes de um poema
Cuja autoria simplória
De uma amiga-poetisa
Que lhe dedica carinhosamente
Em gratidão a nossa amizade
Para que de poesia
Em poesia nos encontremos além-mar...

Em 15 de janeiro de 2014


A REGILE ME VOLTOU A EMOCIONAR, COMO TE VOU AGRADECER?
- UM GRANDE BEIJO DE AMIZADE!...

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

POEMA - REGILLENE

  
Regillene Neves

A VIDA RESERVA-NOS SEMPPRE BOAS SURPREZAS
FOI COM O PRESENTE POEMA QUE A AMIGA REGILLENE NEVES, DO BRASIL, ME PRESENTEOU, DEPOIS DE VER O VIDEO QUE DEIXO EM BAIXO.



(por Regilene Rodrigues Neves)

Sobreviveu a matéria à força da alma
Vencendo o sofrimento e a dor de um AVC
Numa história de superação
Contada com sorrisos de gratidão
Por nosso forasteiro amigo e poeta Daniel
Que fez do seu codinome Milagre
Seu louvor à vida...

Que em poesia 
Escreve da alma versos de amor
Soltos a revelia para que em nós
Transmitam sua completa alegria ao renascer...

E assim continua o seu existir nobre poeta
Escrito em versos de afeto,
Amor à vida, ao próximo,
Que abraça em sua extrema dedicação
Transpondo fronteiras
De nação pra nação
Enaltecendo com amizade
Os arrimos do seu enorme coração!

Que a vida se prolongue em seus caminhos
Fazendo rastro de amor e poesias soltas ao léu
Iluminando terra e céu 
Com a luz da sua alma a beira mar
A nos encantar do lado de cá...

Foste escolhido por Deus
Para renascer após um AVC
No milagre de um sorriso
Cuja simpatia se faz em recíproca poesia
E versos de admiração
Por esse querido poeta Português 
Nobre e gentil
Que a sua mazela bravamente resistiu
Para que possamos colher sentimentos de fé
E esperança no seu existir!

Receba nesse poema Daniel Milagre
Meu carinho e admiração
Em laços de amizade
Entre Portugal e Brasil!

Para o amor e a amizade
Não existem fronteiras...

Obrigada por compartilhar-nos 
A sua linda história de superação
Causando-me essa singela inspiração
Que lhe dedico do meu coração!

Em 19 de setembro de 2013




 
http://www.tvi.iol.pt/videos/13845692

AO LEITOR RECOMENDA-SE ABRIR O LINK PARA TER ACESSO A UMA PASSAGEM DO ESCRITOR DANIEL COSTA, EM 16/04/2013 PELA TELEVISÃO. CONVIDO-O POIS A VER O QUE FOI UM AVC, DE ESTREMA GRAVIDADE QUE ULTASSEI.


·        


domingo, 5 de janeiro de 2014

FALECEU EUSÉBIO

 
Eusébio numa caderneta de cromos de 1969, propriedade pessoal.
 
Na noite de 4 / 5 de Janeiro de 2014 faleceu com 71 anos, Eusébio da Silva Ferreira, que foi um dos maiores futebolistas a nível mundial.
De 1971 a 1975 marcou à média de 1,07 golos por desafio.
Por Portugal de 1961 a 1973, marcou a média de 0,64 golos por desafio.

PRÉMIOS INDIDUAIS

!962 - Bola de Prata
1963/64 - Melhor Marcador do campeonato Nacional, com 28 golos
1964/65 - Melhor Marcador do campeonato Nacional com 28 golos
1965 - "Bola de Ouro"
1965/66 - Melhor Marcador do campeonato Nacional com 25 golos
1966 - Melhor marcador da fase final do Mundial de Inglaterra 66,
           "Bola de Prata"
1966/67 - Melhor Marcador do campeonato Nacional com 31 golos (ex-aequo com Figueiredo do Sporting)
1967/68 - "Bota de Ouro" para o melhor marcador europeu com 42 golos; Melhor marcador do Campeonato Nacional
1969/70 Melhor Marcador do Campeonato Nacional, com 21 golos
1972/73 - "Bota de Ouro" para melhor marcador europeu, com 40 golos, Melhor mascador do Campeonato Nacional

DISTINÇÕES

1966 - Medalha de Prata do Ordem do Infante D,. Henrique
!981 - Colar do Mérito Desportivo
1982 - "Águia de Ouro" do Sport Lisboa e Benfica
1990 - Grande Colar de Honra ao Mérito Desportivo
1992 - Ordem do Infante, Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa, Estátua de bronze à entrada do Estádio da Luz
1994 - Ordem de Mérito Federação Internacional de Futebol.
1998 - Membro inaugural do “Galeria dos Campeões” (Hall of Champions) da FIFA, em conjunto outras oito glórias do futebol mundial.
2000 - Terceiro melhor futebolista do Século XX para a FIFA, a seguir a Pelé (Brasil) e Maradona (Argentina).
 
Postado por Daniel Costa