sexta-feira, 19 de junho de 2009

mundo e vida

Cidade de Olhão, Algarve, 2007

MEDITANDO

FRENTE AO MAR, NAS AREIAS, APRECIAREI AS SEREIAS!...

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ALGUÉM COM CAPACIDADE ACIMA DA MÉDIA, SERÁ SONHADOR, OPTMISTA, COMPREENSIVO, HUMANO, MAS POUCAS VEZES FELIZ.
DIFICÍLMENTE, TERÁ A SEU LADO ALGUÉM QUE O IGUALE!...

Pensamentos hoje
Daniel Costa

terça-feira, 16 de junho de 2009

mundo e vida

COINCIDÊNCIAS!...



COINCIDÊNCIAS DE UMA VIDA PARTILHADA!...


(a foto foi publicada no extinto jornal "A CAPITAL" de 22/05/2000, num artigo de Appio Sottomayor.

Postada por Daniel Costa

sexta-feira, 12 de junho de 2009

mundo e vida

História:

Brinquei muito no segundo moinho com os filhos do moleiro. Em 1968, quando entrei na Bertrand & Irmão (nada tinha a ver com a Bertrand Livraria), o calendário com os moinhos, para 1969, fazia parte dos materiais que me esperavam em cima da mesa.
Enviei de imediato um calendário ao meu pai. Este ufano mostrou-o ao moleiro, proprietário do primeiro, que já não o largou, puxou por 2$50 e não houve outro remédio senão aceitar.
Há, relativamente pouco tempo, casualmente encontrei o fotógrafo, então cineasta da RTP e fora a Peniche fazer filmagens para a Televisão.

PROVÉRBIO POPULAR

“MUDA-SE DE MOLEIRO, NÃO SE MUDA DE LADRÃO”

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Na Bufarda, no Oeste, Peniche, nos anos cinquenta ouvia muito este provérbio.
A aldeia fica num cabeço, ao nível da Ilha Berlenga, que dali se avista, ali trabalhavam cinco moinhos de vento, quatro deles em fila e o provérbio naquela altura tinha razão de ser.

E a anedota seguinte?
Porque será que os moleiros são os únicos que roubam e vão para o céu?
Ora!…
Porque roubam de joelhos!

Explicação:
Os moleiros, enquanto preparavam a farinha para entregar às freguesas, de onde tiravam a maquia, ou seja a sua percentagem, faziam-no de joelhos.
Já não há moleiros, para brincar, mas há cada sacador de grandes maquias!...
Meus deuses!...


Daniel Costa

domingo, 7 de junho de 2009

mundo e vida



SOPA DE PEDRA

A culinária do Ribatejo assemelha-se à Estremadura, em muitos aspectos. Como no caso do prato designado Sopa de Pedra, mais típico da Vila da Almeirim.

Equivale ao que no Oeste se designa por feijão com batatas, que comi inúmeras vezes.

Quando a mãe respondia á questão: “o que é hoje o jantar?” (Chamava-se assim ao almoço).

É Feijão com Batatas!

Lá em casa, a miudagem exultava, era como se fosse algo de especial.

A receita era apenas composta por feijão, batatas, toucinho e uns nacos de chouriço.

Várias vezes, a propósito a mãe contava, sem a situar, a lenda da Sopa de Pedra.

Era mais ou menos assim: um frade peregrino, já esfomeado mendigou esmola em casa de um lavrador abastado.

Tendo-lhe sido negada, disse: verei se faço um caldo de pedra.

Nisto agarrou uma pedra e pôs-se a olha-la, naturalmente vendo se seria boa.

O pessoal riu-se da lembrança do frade. Então este perguntou:

- Então nunca comeram um caldinho de pedra?

É um petisco muito bom!

Ao que responderam: sempre gostaríamos de ver isso!

O frade lavou a pedra, deitou-a na panela e meteu-lhe água dentro.

Dirigindo-se à dona da casa:

- E agora de me deixasse por a panela no lume?

- Com um bocadinho de azeite ficaria melhor, mais saborosa!

- Depois de ferver disse: falta-lhe uma pitada de sal, está um pouco para o insonso!

- Falta-lhe um naco de toucinho, para melhorar!

- Com um pouco de couve, ficaria um manjar!

- Com um bocado de chouriço, ficaria divinal.

A tudo o que foi pedido, a dona de casa correspondeu.

No fim comeu e mostrou-se satisfeito.

Questionado sobre a pedra, que ficara no fundo da panela: disse lavo-a e como é muito boa, vai comigo, para a outra vez.

Foi assim, que saciou a fome onde começaram por negar a comida.

Ainda nos anos sessenta, com um casal amigo, fomos a um restaurante no Ribatejo, não, não foi em Almeirim. Como faço sempre em algum restaurante, quando entro de novo num santuário gastronómico, olhei e a afamada sopa e exclamei:

- Feijão com batatas!...

Pedi frango no churrasco, enquanto dizia: quando me apetecer, a mãe faz melhor.

Não há muito tempo, a convite fui ao mesmo restaurante comi, mas achei não valer a pena.

Já então tinha saboreado o petisco em Almeirim, em grupo e foi satisfeito o meu palato.



O mês passado voltei a Almeirim à Sopa de Pedra (sem pedra), ao restaurante “O Forno”, que de facto satisfaz o apreciador, mesmo o mais exigente!

Acabei por ver que naquela Vila Ribatejana, ao “feijão com batatas” pode chamar-se mesmo manjar… Manjar dos deuses!

Daniel Costa

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Mundo e Vida

INCRIVEL VERDADE

OU ANEDOTA?

Um emigrante de Angola Chega a Portugal - Lisboa
No seu primeiro dia, decide sair a ver os arredores da sua nova cidade.
Andando rua abaixo em Lisboa, pára a primeira pessoa que vê e diz obrigado senhor Português por permitir-me estar em este país onde me deram casa e comida grátis, seguro, médico e educação grátis, obrigado.
a pessoa sorri e reponde: '... Sinto muito mas eu sou lituano! '


o Angolano continua rua abaixo e encontra a outro que caminhava na sua direcção e diz: senhor português, obrigado por este país tão belo que é Portugal.
A Pessoa responde: Sinto muito mas eu não sou português sou Romeno.


O Angolano continua o seu caminho para a seguinte Pessoa que vê na rua cumprimenta-o e diz: obrigado por este país tão belo que é Portugal.
a Pessoa após o cumprimentar diz: muito bem mas eu não sou português sou Marroquino.


O angolano continua o seu caminho e finalmente vê uma senhora bem vestida que vem a seu encontro e pergunta: você é Portuguesa?
A mulher sorri e diz: Sim e não, sou cigana.
Estranho e confuso o angolano pergunta: mas onde estão os portugueses?
A cigana olha-o de cima abaixo e responde:

- espero que a trabalhar para nos sustentar!...

Arranjo e postagem Daniel Costa