segunda-feira, 15 de outubro de 2018

LIVRO BRASIL : O SORRISO DE DEUS


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LIVRO BRASIL: O SORRISO DE DEUS



Eu jornaleiro da Bufarda, mentalmente, irrequieto, nas horas vagas leitor compulsivo. Criador artesanal, incomum, atestado com a construção de brinquedos de caniço, jogos de matraquilhos, lembra-se ainda alguns bufardenses?

Criador de várias peças de madeira, nomeadamente secretárias, consertador de loiça de barro (gateador), último detentor do jogo bola de pau, por arrematação à igreja (o campo existia, entre o velho cemitério e casa do senhor José Ináçio. Nesse meio tempo ciado de servir em Miragaia.

Depois criador de uma vicejante horta no arneiro. Isto até 1960/1961.

Ainda em 1961, apenas com 1,59, assentei praça em Elvas, logo fui mobilizado para a Guerra do Ultramar, ainda menor (ao tempo a maioridade, era aos 21 anos). Depois estacionei em Estremoz, mais três meses adido, no quartel de Faro, a aguardar embarque para Angola.

Antes férias na Bufarda, donde numa saltada à Lourinhã, adquiri um livro, com a ideia escrever um diário, para depois a partir dele escrever um livro.

Cerca de cinquenta anos depois, sob o título AMOR NA GUERRA, lancei esse livro de, o meu segundo (o primeiro tem o titulo de LISBOA CAFÉ).

Na zona de intervenção (Região dos Dembos – Nambuangongo) por duas vezes fui chamado ao comandante. Achava ele, que o meu comportamento era o de herói.

Nos últimos sete meses, sendo cabo, apenas com especialização de metralhadoras pesadas, fui designado a substituir o Sargento Vaguemestre, com especialização própria, em virtude da sua prisão.

Coordenei então, todo o rancho de cerca de cento e sessenta militares, o que implicava fazer o aprovisionamento de todos os géneros alimentícios, toda a logística da alimentação, inclusive fazer a ementa diária. Coordenando também o armazém desses géneros.

Sob a minha orientação, o armazém dos géneros era ali a única instalação condigna para mostrar a oficias de altas patentes que nos visitaram, em serviço como um Brigadeiro, comandante da região militar e o então Tenente-Coronel António de Spínola.

Chegou entretanto o fim da comissão e coube-me a distinção de ser louvado, pelo Capitão Ferrand de Almeida.

Isto para dizer que, na Bufarda, terá nascido o único jornaleiro de jorna, da agricultura(?), escritor do mundo – Jornaleiro (jorna no campo) e jornalista especializado. Assim: criador da sua própria revista – FRANQUIA – Revista Filatélica que editou, dirigiu, paginou e distribuiu, durante cerca de trinta anos.

Entretanto, foi jurado internacional (Filatelia e literatura de filatelia); conselheiro Editorial da Revista FN – Filatelia e Numismática, Freelancer, com artigos, em italiano e espanhol, colaborador da imprensa Regional.

Agora acaba de sair o meu 12º. Livro – BRASIL: O SORRISO DE DEUS, ou seja a história da colonização do Brasil. Parti de algum material meu, da observação e estudo, no Nordeste do Brasil, de publicações trazidas de lá, de pesquisas da Internet, etc.

Asseguro que, criei uma peça literária, de certa raridade… Viva a Bufarda!... – Atouguia da Baleia – Cidade de Peniche – Portugal.



Nota: o livro que faltava na cultura Luso – Brasileira, porquanto o seu conteúdo é realmente a história da colonização do Brasil, pelos portugueses.



Pedidos: dan. Costa@zonmail.pt

 - telf. 93279515



Preço de capa: 11.00 €uros - Portugal; 37.00 Reais - Brasil.



Mande a morada. Depois de receber o livro com nota a informar como pagar. Pensa nisso então.



Daniel Costa










quarta-feira, 10 de outubro de 2018

OS ÚLTIMOS TRENS


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OS ÚLTIMOS TRENS

Ocorria a década de quarenta, o ano não sei precisar porém, talvez tenha sido em 1946, que se deu o enlace matrimonial entre a Carminha, filha de Zé “Reboneta” e da ti Ana, ajuntadeira de ovos, para um regateiro, que depois os recolhia, e o Armado, filho da senhora Nazaré cujo marido, não conheci, porque procurara melhor vida na Argentina.
A senhora Nazaré, viveu e criou os filhos, Armando, Pinto e “Cireta” naquela casa velha, ainda existente, no lado esquerdo da casa que, foi a loja do Veríssimo, agora estabelecimento de café.
Porque recordo este, de certo modo, estrondoso casamento?
Porque ali na aldeia da Bufarda, foi o último em que, para o transporte dos convidados, foram utilizados trens, puxados a cavalos.
Hoje seria “chic”, mas até a essa data não o era.
O único veículo automóvel que ali vi, era uma furgonete, com arberg de madeira do, industrial de moagem, que mandara construir uma dessas fábricas, em Geraldes, mais tarde transformada na residência do Arnaldo, do Zé Nau.
Um desses trens, era do Miguel ferrador, da Atouguia da Baleia.
Logo a seguir, aquele ferrador, já tinha automóvel de Praça e assim, continuou, a operar no transporte dos casamentos, que passaram a ser feitos de automóvel.
O enlace ficou na memória, não só pelos trens:
- Foi também, nessa festa que os confeitos, normalmente, bem esféricos, eram enfeitados de saliências (picos).
Estes eram, mais, os padrinhos a lançar ao rapazio, que os apanhava do chão, como guloseima.
Ninguém morria, nem morreu de os saborear assim, depois apanhados do chão areento e pisado, então, por animais domésticos de toda a ordem e pássaros vários.

Daniel Costa

domingo, 30 de setembro de 2018

BUFARDA - PENICHE. -FESTA DE ANIVERSÁRIO


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BUFARDA – PENICHE

FESTA DE ANIVERSÁRIO – REUNIÃO DA FAMÍLIA



De Lisboa, após cerca de seis anos, estive ontem, dia 29 de Setembro de 2016, dia em que a minha sobrinha Maria de Fátima (Fatinha) reunindo toda a família, fez a sua festa do 50º. Aniversário.

Uma manifestação de solidariedade total, muito daquela casa onde nasci e vivi, até aos 24 anos. Recordei ali muito a minha mãe, que adorava o modo, como os filhos, genros e noras se relacionavam, naquele mesmo espaço, agora bastante transformado.

Destaco o meu sobrinho Bruno, sua bonita esposa, a cujo casamento, não pude, marcar presença, devido a uma patologia e casal de filhos; os sobrinhos-netos mais novos.

A Fatinha tinha completado 50 anos em 26/09/2018.

No fim, esta ofereceu a todos, um marcador de livros.

As fotos falam por si.

Às fotos, também acrescento a do “poço da barroca”, De poço comunitário, donde transportei bastantes bilhas de água, agora com tratamento de monumento local.

De notar que, tendo um vidro a tapar a cavidade de retirar água a balde (a bomba que figura, veio mais tarde), reflectiu a imagem do “fotógrafo”, em contraste com os raios solares, ali sempre muito intensos no mês de Setembro.



Daniel Costa

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

MEU PACEMAKER


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MEU PACEMAKER

Daniel Costa – escritor

No ano 2000, em 26/07,depois de um AVC – acidente vascular cerebral, com 30 dias de em coma; 15 dias em semi – coma, com operação ao cerebelo, teve alta do hospital de Santa Maria, Lisboa, em estado terminal.
Trazido de ambulância a casa, onde continuou em semi – coma, por cerca de dois meses.

Eu, Daniel Costa- escritor.
A 14 de Fevereiro de 2018, vítima de ataque cardíaco, na rua onde deambulava, alguém providenciou chamar o 112, cuja tripulação me reanimou e me transportou ao hospital de Santa Maria, onde “estagiei” 23 dias.
Só depois de me ser aplicado um Pacemaker tive alta.
O relatório médico menciona não mazelas. No caso quer dizer: não há veias ou artérias obstruídas.
Há sim o efeito duma arritmia, sequela do AVC.
O pessoal médico, de enfermagem e auxiliar foi inexcedível.
O SNC – Serviço Nacional de Saúde, em Portugal, como senão de manifesta falta de pessoal de pessoal, de enfermagem, é de qualidade.


Fica a dureza nas quedas.

DC