sexta-feira, 22 de junho de 2018

PENSAMENTO


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 PENSAMENTO

Devemos exemplificar a vida com bons actos, porque são eles a elevar a sociedade.

Daniel Costa







quinta-feira, 31 de maio de 2018

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA DE 2018




Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.


FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2018

Com as presenças dos presentes da República. Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, e da Câmara Municipal de Lisboa (hoje 25 de Maio), foi inaugurada a grandiosa manifestação cultural, que é anual FEIRA DO LIVRO DE LISBOA. Estive presente a numa sessão de autógrafos, já que o meu décimo livro SENHORA DO MAR, foi editado, pela Editora Chiado, estando num dos seus Sands.

Daniel Costa

quinta-feira, 17 de maio de 2018

CONTO JORNALEIRO DESCALÇO



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JORNALEIRO DESCALÇO

Todos os humanos podem ostentar uma, a sua história de vida, esta pode ser mais ou menos romanceada, consoante a aptidão de quem a contar.
Pedro Onofre por achar que, a sua era bastante rica, pensou em a equacionar, num exercício mental singular.
O nosso homem exercia a profissão de jornaleiro (de jorna), em jornadas de sol a sol. E sabe-se que quem trabalha muito, não tem tempo de ganhar dinheiro, o que a ganhar a jorna, desde novo, passando por diversos escalões, até a meia jorna diária constituía isso.
Depois ao atingir 16 anos de idade, ainda continuava descalço, passou a ganhar a jorna completa.
Aos 17 anos, por muito aguerrido, já então calçado, na sua aldeia passou a pertencer a um pequeno grupo de homens – jornaleiros, a formar uma elite que, em tempos de aperto sazonal, podiam ser contratados a ganhar cerca de três vezes mais.
No entanto, os acasos não existem, nem existiam. E as safras, em que entrava, eram como que, desafios diários permanentes: nunca o patrão ficaria a perder, por estabelecer esses contratos.
Porém, Pedro Onofre, sempre pensou, que não nascera, para ser jornaleiro; achava-se capaz de fazer mais do que trabalhar no campo.
Assim, já tinha o seu “timing” que se baseava, na obrigatória incorporação militar.
Veio o tempo de ser mobilizado, para a Guerra das Colónias. Logo aí, sendo praça, sem especialização específica, nos últimos sete meses foi nomeado substituto do Sargento especializado em Vaguemestre, ou seja coordenador do rancho lugar que, lhe valeu um louvor militar.
Depois da comissão na guerra, o destino foi o trabalho de atendimento ao balcão, na “Gijinha Popular" em Lisboa. 
Depois uma empresa de zincogravuras, na freguesia das Mercês, Bairro Alto, ainda em Lisboa, onde foi coordenador de todo o movimento de trabalhos, onde viria a chefiar o escritório.
Depois coordenador editorial na Bertrand & Irmãos, no Dafundo, onde já com o 5º. Ano, incompleto, Pedro Onofre, aos 28 anos adquiriu o seu automóvel, zero quilómetros.
O mesmo que dizer em 11 anos, passou de pé descalço a detentor de automóvel próprio.
O feito não pode deixar de ser mencionado, tanto mais, que nunca foi usada a velha e relha “cunha”.

Daniel Costa


quinta-feira, 26 de abril de 2018

CONCURSO PARA DESENHO DE SELOS DA COREIA DO SUL


 Foto de Daniel Cordeiro Costa.
 Foto de Daniel Cordeiro Costa.
CONCURSO PARA DESENHO DE SELOS DA COREIA DO SUL

Na qualidade de jornalista (amador?) especializado em FILATELIA, a que me dediquei, intensamente, durante décadas, vou recebendo informações de administrações postais de vários países e diria por, um certo, defeito de ofício, de vez quando apraz-me, reproduzir elementos, apresentando as notícias expressas.
Então é assim: a Administração postal da Coreia do Sul, cuja capital é a cidade de Seul, de 25 milhões se habitantes, lançou concurso para desenhos, para criação de selos.
Fica aqui reproduzido o postal com a notícia.
Dado que o Postal recebido é classificado de Inteiro Postal, fica assim também reproduzida uma interessante peça filatélica, do outro lado do mundo. 

Aproveito a deixar dito que, one line, criei e dirigi, o Blog FRANQUIA (o mesmo nome da revista, que criei e dirigi cerca de três décadas). Fechei esse, porque por parte da entidade, de cúpula da filatelia, na pessoa do seu Presidente, perpetua desprezo total pela modalidade, auxiliar da história.
Basta aferir que, desprezando as duas cidades maiores de Portugal, Lisboa com um dos maiores Clubes Filatélicos da Europa, tentando abate-lo (até com acções em tribunal), acabando a capital da Filatelia Portuguesa, numa vila do norte.
Já depois do 25 de Abril, o mesmo “energúmeno” exerceu censura num artigo meu, com uma carta e exigir ao Director publicação da mesma. A carta pode ser considerada espúria, assim como a assinatura dum seu familiar, na qualidade de elemento da, então, Autoridade para a Comunicação Social, em virtude de, tanto uma como outra, as assinaturas serem únicas.

Daniel Costa

sábado, 21 de abril de 2018

O PODER DOS SONHOS


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O PODER DOS SONHOS

Os sonhos nascem, do inconsciente, dos desejos.
Portanto devemos ter sempre mente positiva, nada de pessimismo porque, sendo assim, o que se sonha pode acontecer.
Então porque não ter sempre mente optimista?
Isto porque a nossa vida, acaba sempre no desejo, ainda que inconsciente, pelo menos, no caso de mente de negativa, de cumprir o sonho, tal como o sonhar pressagiou.
É normal que, certos sonhos também sejam avisos, ou premonições; sempre o subconsciente está presente!
Haverá também, algo de QI – Coeficiente de Inteligência que, por natureza o positivismo, como o negativismo, tem a ver com este.
Vem isto a propósito de um lance, ocorrido comigo em 1967, já relatado num dos livros de que sou autor: LISBOA CAFÉ.
Era eu ao tempo coordenador, das entradas e saídas, das encomendas das gravuras (foto zincos) na Fotogravura União.
Em determinado dia, o Presidente, de um laboratório de medicamentos, apareceu e pediu para falar com o Gerente, seu amigo pessoal, o que aconteceu.
No fim, sacou dum original, e solicitou que do mesmo se fizesse uma gravura, para ilustrar uma caixa de medicamentos, posto o que foi solicitada minha presença.
Recomendou cuidado com o original, por ser único.
Ora era sabido que um original, por muito reles, que parecesse, teria sempre de ser tratado ali como algo de importante. Nessa condição, por bastante movimento, esse fragmento de papel (o original) foi guardado num cacifo destinado aos pendentes:
- Aconteceu, aquele nunca mais ser visto, o que levou o assunto a ter ficado esquecido.
Até que, num sonho, o assunto passou, como em filme.
Foi um sonho de alerta, tendente, a no dia seguinte atentar bem no caso.
Claro que, jamais apareceu o original, o que, contra o que que já era rotina, pus o gerente a par do caso:
- Este disse:
- Contacta o meu amigo a dar conta do ocorrido, mas de modo que eu não sabia do caso, pois podia despedir-te.
Tudo deu certo; afinal arranjava-se novo original… Podia mandar buscar!...
Um sonho bem real!...

Daniel Costa